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Os presidentes de Flamengo e Fluminense negaram qualquer envolvimento com caso Héverton, que terminou com o rebaixamento da Lusa para Série B do Brasileiro em 2013. Segundo os dirigentes cariocas, nenhuma das agremiações pagaram propina para diretores do clube paulista, que teriam se beneficiado para escalar o atleta, de acordo com a investigação do Ministério Público de São Paulo.
De acordo com o Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, causa "estranheza" a possível relação do Rubro Negro com a possível escalação do jogador da Lusa. "Me causa certa estranheza. É matematicamente e fisicamente impossível que o Flamengo tenha participado de qualquer processo de suborno da Portuguesa. Gostaria lembrar a vocês que na sexta-feira anterior ao jogo da Portuguesa, quando se deu o julgamento, o Flamengo já estava matematicamente livre do rebaixamento. Não teria porque fazer qualquer tipo de ação desse tipo. O jogo contra o Cruzeiro aconteceu no sábado. Escalamos o André Santos de boa fé e estamos recorrendo ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) para recuperar nossos quatro pontos. Jogamos às 19h30 contra o Cruzeiro uma partida praticamente amistosa, que terminou 1 a 1. Não teríamos porque recorrer a qualquer tipo de expediente", disse ele em entrevista à rádio CBN. "Seria totalmente impossível o Flamengo procurar a Portuguesa entre 21h30 e 4h30 do dia seguinte para fazer com ela escalasse um jogador que já estava concentrado e escalado para um jogo. Só soubemos das possíveis restrições da escalação do André Santos na terça-feira seguinte", completou, lembrando do caso da escalação do lateral-esquerdo André Santos, que estaria sem condições de jogo e que terminou com a perda de quatro pontos por parte do clube carioca.
O mandatário do Fluminense também negou qualquer envolvimento do clube no caso. Segundo Peter Siemsen, depois da Portuguesa, o mais prejudicado com o caso foi o próprio Tricolor. "Para o Fluminense, seria maravilhoso apurar em definitivo. Ajudaria muito a esclarecer o caso e acabaria, de uma vez por todas, com a situação criada. Se o primeiro prejudicado em imagem foi a Portuguesa, o segundo foi o Fluminense. Passou por um período grave de ataques injustos. Tanto nas redes sociais quanto por alguns poucos jornalistas irresponsáveis que criaram um clima de suspeição", declarou.
O dirigente disse desconhecer o envolvimento de qualquer pessoa ligada ao clube ou à Unimed (parceira do clube) no caso. "Haviam vários clubes envolvidos na briga pelo rebaixamento e certamente era impossível para o Fluminense fazer um acordo com todos eles. O Flu primeiro tinha que ganhar do Bahia e outros clubes também vencerem. É uma coisa sem pé nem cabeça. Seria fantástico o esclarecimento de qualquer conduta criminosa. E vamos à luta por ela. O Fluminense estava preparado para jogar a Segunda Divisão. Temos um acompanhamento completo da situação de cada atleta e o clube cumpre a regra. Se outros não cumprem, certamente têm que ser punidos, não importa se um time grande um não. Apoiamos a investigação", disse.
"Coloco a mão no fogo pelo Fluminense e pela Unimed. Se você visse o estado psicológico do Celso (Barros, presidente da patrocinadora), ficaria impressionado. Tive até dificuldade de falar com ele. Ficou mais abatido do que eu. Comecei a pensar na Série B e, inclusive, dei entrevista preparando o ano. Troquei o diretor executivo à época (Rodrigo Caetano foi demitido e daria lugar a Felipe Ximenes)", finalizou Siemsen.
Lusa quer responsabilizar envolvidos
Em nota publicada nesta quarta-feira (12), a Portuguesa afirmou que está comprometida em esclarecer os fatos. O clube afirmou ainda que pretende identificar e responsabilizar os envolvidos.
O comunicado afirma ainda que a Lusa espera ouvir nos próximos dias o ex-presidente Manuel da Lupa, que seria o principal beneficiado pelo esquema.
Na manhã desta quarta, o jornal O Estado de São Paulo noticiou que o MP-SP concluiu que dirigentes da Lusa teriam recebido vantagens para relacionar o meia Héverton, restando saber quem pagou por isso.
Héverton entrou em campo pela Portuguesa no segundo tempo da partida contra o Grêmio, na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2013. Com a perda dos quatro pontos, o clube perdeu posições e terminou sendo rebaixado para a Série B do Brasileirão. Em 2014, o clube caiu novamente, desta vez para a Série C.
De acordo com o Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, causa "estranheza" a possível relação do Rubro Negro com a possível escalação do jogador da Lusa. "Me causa certa estranheza. É matematicamente e fisicamente impossível que o Flamengo tenha participado de qualquer processo de suborno da Portuguesa. Gostaria lembrar a vocês que na sexta-feira anterior ao jogo da Portuguesa, quando se deu o julgamento, o Flamengo já estava matematicamente livre do rebaixamento. Não teria porque fazer qualquer tipo de ação desse tipo. O jogo contra o Cruzeiro aconteceu no sábado. Escalamos o André Santos de boa fé e estamos recorrendo ao TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) para recuperar nossos quatro pontos. Jogamos às 19h30 contra o Cruzeiro uma partida praticamente amistosa, que terminou 1 a 1. Não teríamos porque recorrer a qualquer tipo de expediente", disse ele em entrevista à rádio CBN. "Seria totalmente impossível o Flamengo procurar a Portuguesa entre 21h30 e 4h30 do dia seguinte para fazer com ela escalasse um jogador que já estava concentrado e escalado para um jogo. Só soubemos das possíveis restrições da escalação do André Santos na terça-feira seguinte", completou, lembrando do caso da escalação do lateral-esquerdo André Santos, que estaria sem condições de jogo e que terminou com a perda de quatro pontos por parte do clube carioca.
Divulgação
O mandatário do Fluminense também negou qualquer envolvimento do clube no caso. Segundo Peter Siemsen, depois da Portuguesa, o mais prejudicado com o caso foi o próprio Tricolor. "Para o Fluminense, seria maravilhoso apurar em definitivo. Ajudaria muito a esclarecer o caso e acabaria, de uma vez por todas, com a situação criada. Se o primeiro prejudicado em imagem foi a Portuguesa, o segundo foi o Fluminense. Passou por um período grave de ataques injustos. Tanto nas redes sociais quanto por alguns poucos jornalistas irresponsáveis que criaram um clima de suspeição", declarou.
O dirigente disse desconhecer o envolvimento de qualquer pessoa ligada ao clube ou à Unimed (parceira do clube) no caso. "Haviam vários clubes envolvidos na briga pelo rebaixamento e certamente era impossível para o Fluminense fazer um acordo com todos eles. O Flu primeiro tinha que ganhar do Bahia e outros clubes também vencerem. É uma coisa sem pé nem cabeça. Seria fantástico o esclarecimento de qualquer conduta criminosa. E vamos à luta por ela. O Fluminense estava preparado para jogar a Segunda Divisão. Temos um acompanhamento completo da situação de cada atleta e o clube cumpre a regra. Se outros não cumprem, certamente têm que ser punidos, não importa se um time grande um não. Apoiamos a investigação", disse.
"Coloco a mão no fogo pelo Fluminense e pela Unimed. Se você visse o estado psicológico do Celso (Barros, presidente da patrocinadora), ficaria impressionado. Tive até dificuldade de falar com ele. Ficou mais abatido do que eu. Comecei a pensar na Série B e, inclusive, dei entrevista preparando o ano. Troquei o diretor executivo à época (Rodrigo Caetano foi demitido e daria lugar a Felipe Ximenes)", finalizou Siemsen.
Lusa quer responsabilizar envolvidos
Em nota publicada nesta quarta-feira (12), a Portuguesa afirmou que está comprometida em esclarecer os fatos. O clube afirmou ainda que pretende identificar e responsabilizar os envolvidos.
O comunicado afirma ainda que a Lusa espera ouvir nos próximos dias o ex-presidente Manuel da Lupa, que seria o principal beneficiado pelo esquema.
Na manhã desta quarta, o jornal O Estado de São Paulo noticiou que o MP-SP concluiu que dirigentes da Lusa teriam recebido vantagens para relacionar o meia Héverton, restando saber quem pagou por isso.
Héverton entrou em campo pela Portuguesa no segundo tempo da partida contra o Grêmio, na última rodada do Campeonato Brasileiro de 2013. Com a perda dos quatro pontos, o clube perdeu posições e terminou sendo rebaixado para a Série B do Brasileirão. Em 2014, o clube caiu novamente, desta vez para a Série C.
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