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Se a sexta-feira tinha dado a impressão de que Cristóvão Borges daria continuidade às ideias de Renato Gaúcho, o sábado tratou de apresentar mudanças. Um dia depois de manter o mesmo sistema defensivo do antecessor, o novo treinador tratou de mudar o Fluminense. Walter foi sacado dando lugar a Rafael Sobis. E, com Wagner na vaga de Valencia, o sistema de três volantes faz parte do passado. O Tricolor, sob nova direção, deve enfrentar o Horizonte-CE, na próxima quinta-feira, pela Copa do Brasil, no tradicional 4-4-2.
Foi um trabalho tático em campo reduzido – de intermediária a intermediária. Com a nova formação, Cristóvão exercitou o posicionamento da equipe sem a bola. Os reservas mantinham a posse enquanto os titulares deveriam tentar roubá-la.
Cristóvão parou a sessão diversas vezes. Deu atenção à zaga, com Elivelton e Gum, e aos volantes, Diguinho e Jean. A atividade não contou com goleiros e teve, portanto, a seguinte escalação: Bruno, Gum, Elivelton e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner e Conca; Rafael Sobis e Fred.
Depois de aproximadamente 15 minutos, o comandante mudou. Aumentou o campo de treino. E fez com que Diego Cavalieri defendesse o gol dos reservas. Os titulares, agora, deveriam atacar. A preocupação era com a velocidade.
- Faz a bola andar! Faz a bola andar! – orientava o comandante.
A equipe, realmente, ganhou em mobilidade. Wagner e Sobis deram outra dinâmica. Conca não ficou mais isolado como em outras oportunidades.
- Valoriza a bola! Valoriza a bola! Se não deu, volta. Mantém a calma – pedia Cristóvão.
Os jogadores se dedicaram e se envolveram. Era comum observá-los orientando um ao outro. E quando havia algum erro, nada de cobrança. E, sim, motivação.
Enquanto isso, jogadores que sobraram faziam trabalhos físicos. Michael e Marcos Junior continuaram o processo de recuperação de lesões musculares. Valencia ficou no vestiário realizando fisioterapia.
O domingo será de folga. O Flu se reapresenta na segunda-feira.
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