sábado, 11 de outubro de 2014

Flu se organiza e forma atletas para si e para negociar


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Sem poder contar com as mesmas vantagens financeiras das cotas de televisionamento de adversários como Flamengo e Corinthians, o Fluminense tem que se organizar para encontrar soluções para ser competitivo dentro da realidade econômica na qual está inserido. É neste contexto que o clube tem trabalhado as divisões de base, em Xerém, como uma verdadeira mina de ouro. A prioridade é a formação de jogadores não só para o time profissional, mas também para o mercado. Na vanguarda, o clube toma para si o papel do empresário e funciona praticamente como uma agência de atletas. Maior responsável pela empreitada, o gerente de futebol tricolor, Marcelo Teixeira, falou ao LANCE! sobre a iniciativa.

– Acho difícil você encontrar outro clube no país que tenha um mapeamento tão detalhado sobre a própria base como o que temos hoje. Cada jogador tem um plano de carreira. Todos possuem um DVD com jogadas e principais características – explicou o dirigente.

Atualmente, o Flu tem relações comerciais com mais de 30 clubes, em diversos países. Existem parcerias com equipes da Europa, México, Estados Unidos e China. A intenção com isso é de que ocorra um intercâmbio de jogadores e negociações futuras.

A conclusão é a de que nem todos os jogadores que treinam no clube terão capacidade de chegar ao time profissional, o que não significa que não possuam valor para outros mercados e possam vir a ser negociados, gerando dinheiro.

Por pensar nisso, o Fluminense disputa a partir de hoje, com um time de juvenis, à convite da Adidas, uma competição na Índia, mercado estratégico em expansão e que deverá receber muita atenção daqui por diante. O objetivo é expandir.

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