O Fluminense é vice-líder do Brasileiro, mas tal condição não o acomodou. Contratou o zagueiro Henrique, o meio-campo Cícero e ainda busca Wellington Nem e um lateral-esquerdo. O fortalecimento, todavia, não é exclusividade do Tricolor. Pelo menos esta é a opinião de Cristóvão Borges, que espera por uma competição ainda mais complicada após a pausa.
- Foi muito bom. Procuramos aproveitar bem esse tempo, qualquer tempo que se tenha pra trabalhar é bom. Agora, sabíamos que a maioria das equipes iria se reformular e isso aconteceu. Hoje podemos aumentar o número de postulantes ao título. Então o campeonato vai ser mais difícil - opinou.
O comandante tricolor também vê a falta de ritmo como adversária, mas considera seu grupo capaz de voltar da pausa com atuações convincentes.
- Nossa equipe está pronta para fazer um grande jogo, mas talvez não com a mesma intensidade (de antes da parada). Definimos nossa maneira de jogar, mas é claro que, com a parada, perde-se um pouco o ritmo. Só se readquire isso jogando.
Embora o Flu já tenha disputado dois jogos-treino durante a preparação - neste sábado, pega o Madureira em outro -, além do amistoso contra a Itália, Cristóvão considera que havia espaço para outros testes. Entretanto, explica que priorizou os treinos táticos, técnicos e físicos.
- Tivemos opção de trabalhar dessa forma (preferindo os treinos aos amistosos), poderíamos fazer mais amistosos, mas preferimos dessa maneira para a equipe ter um lastro maior para o fim do campeonato. Tivemos um jogo com a Itália e acabamos ficando uma semana a mais do que os outros (a pausa tricolor foi adiada justo por causa desse amistoso).
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