Para os torcedores e amantes do futebol brasileiro, o Fluminense é o clube do dinheiro. Engana-se quem vê a situação do Tricolor desta forma. A realidade contrasta com os debates em mesas de bar. Tanto que, mais uma vez, o Flu precisou da ajuda de sua parceira e patrocinadora, Unimed-Rio, para concluir uma negociação importante. Enfrentando uma séria crise financeira, foi necessária intervenção da patrocinadora para adquirir os 50% dos direitos econômicos do volante Jean, depositados na última semana. A parceira pagou R$ 3,5 milhões ao São Paulo, o antigo "dono". Desta forma, ficou com uma fatia do percentual do jogador.
O caso não é novidade no clube. Alguns jogadores do elenco são da Unimed Participações, empresa criada para administrar os direitos econômicos de muitos atletas. O apoiador Wágner, por exemplo, contratado junto ao Gaziantepspor (TUR) no início de 2012, por cerca de R$ 12 milhões, tem 80% de seus direitos pertencentes à empresa, assim como Thiago Neves.
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Mesmo com este cenário, o Fluminense luta para não ter mais a imagem tão atrelada ao patrocinador. O próprio Celso Barros, presidente da parceira do clube, pensa da mesma forma. No início do ano, deixou claro que não pretendia investir pesado nesta temporada. Ao ser questionado sobre a possível venda de Thiago Neves, afirmou que "o dinheiro da Unimed é da Unimed".
A venda de Wellington Nem seria um alívio para os cofres do clube. Formado na base, o Flu tinha 70% dos direitos do jogador. Porém, todos os cerca de R$ 15 milhões foram penhorados pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. O clube segue batalhando para liberar o dinheiro pago pelo Shakhtar Donetsk (UCR). Por isso, não oficializou a compra de Jean
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