No fim de março, havia a expectativa de que a construção do futuro centro de treinamento do Fluminense começasse num prazo de 40 dias. O tempo passou e a obra não foi iniciada, devido à necessidade de mudança nos planos, principalmente na questão da viabilização financeira do projeto. Mas o clube parece ter encontrado a saída para tornar de vez o sonho uma realidade.
No momento, o Fluminense não conta com o investimento da Ambev, e nem da Unimed, a principal patrocinadora. Porém, já há um Plano B na manga. O provável parceiro seria capaz de alavancar pelo menos 80% da empreitada. A partir disso, o clube conseguiria atrair mais investidores para o CT.
O presidente do Flu, Peter Siemsen, esteve nos Estados Unidos em busca de empresas interessadas nesta e em outras pautas. Com essa viagem, o mandatário tricolor conseguiu possíveis parceiros para o lado da infra-estrutura. Existe o contato com uma companhia de desenvolvimento de performance, que auxiliaria nos equipamentos para o centro de treinamento.
O clube esperava receber da Ambev cerca de R$ 6,5 milhões em investimentos diretos, mas isso não aconteceu. Mesmo assim, a empresa multinacional continua negociando benfeitorias e a parceria segue de pé. Graças à relação, o Fluminense reformou os vestiários das Laranjeiras, a sala de troféus e abriu um bar temático na sede. O terreno de 40 mil metros quadrados já foi cedido pela Prefeitura.
Com o imbróglio relativo aos recursos (na verdade, à falta deles) para a construção do CT, o Fluminense estagnou na fase de estudo do terreno, com muita ainda a fazer pela frente. Mas a confiança é plena no sucesso do projeto, a ficar pronto em um ou dois anos.
– Nós contratamos uma empresa para fazer o estudo do solo. É nesta etapa que estamos no momento – comentou o presidente do Fluminense, Peter Siemsen,
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