sexta-feira, 31 de maio de 2013

Leia os bastidores da eliinação do Flu


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Se a terceira eliminação seguida do Fluminense na Libertadores já é difícil de aturar, as horas seguintes também não serão fáceis de se esquecer. Já no caminho do campo para o vestiário, alguns jogadores relataram terem ficado debaixo de uma chuva de objetos atirados pela torcida do Olimpia. E, no vestiário, a conversa com o técnico Abel Braga contou com sérias cobranças do treinador, que não gostou de ter visto seus atletas dominarem a maior parte do jogo e não conseguirem fazer o segundo gol.

— Nós só não fomos felizes em marcar o segundo gol. Aconteceu de forma muito fácil e feliz para eles. E para nós, não. No momento do primeiro gol, deu um baque — comentou o treinador após a partida.

Segundo Abel, no próprio vestiário os jogadores fizeram um pacto para não deixar o abatimento afetá-los e conquistar o pentacampeonato brasileiro. Mesmo assim, a viagem de volta foi marcada pela tristeza. Um silêncio ensurdecedor tomou conta do interior do avião, onde alguns jogadores choraram pela eliminação.

E se a chegada no Rio deveria representar o alívio de poder deixar toda a frustração para trás, um encontro com torcedores rivais no saguão do aeroporto aumentou ainda mais o amargor da madrugada. Alcoolizados, o grupo com dez pessoas recebeu os tricolores com gritos de "Eliminados" e insultos a Fred, Diego Cavalieri e Abel.

O próprio treinador acabou não resistindo às provocações e, ao ouvir gritos de "Ão, Ão, Ão, o Abel é mengão", revidou segurando o órgão genital.

— Olha o mengão aqui, ó! — disse o técnico, que não teve a proteção da segurança do local.

Uma noite para ser definitivamente esquecida.


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