O Fluminense pagou nesta sexta-feira mais uma parte dos salários referentes ao mês de maio que ainda estavam atrasados. Falta ao clube agora quitar apenas os vencimentos dos jogadores do elenco profissional e de parte da comissão técnica. No dia anterior, a diretoria já havia conseguido atender os pagamentos aos atletas de Xerém e de alguns funcionários do departamento de futebol, como roupeiros e seguranças.
Os salários dos jogadores do elenco profissional que fazem parte da folha do Fluminense são justamente os mais altos. A folha de todo o clube custa em torno de R$ 2,1 milhões. Os vencimentos do futebol são divididos em 70% para a Unimed-Rio, principal patrocinadora, e 30% para o Flu.
O atraso afetou principalmente os maiores salários do Flu, já que a direção se movimentou para não prejudicar os mais necessitados. Porém, esse retardamento não ultrapassou duas semanas.
O Flu tem sofrido financeiramente após a recente ação promovida pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, que pediu a penhora dos direitos econômicos do atacante Wellington Nem, já negociado para o Shakhtar Donetsk (UCR). A transferência pode render ao Tricolor R$ 17,5 milhões.
Antes disso, o Tricolor já havia arcado com a penhora da cota mensal de televisionamento (cerca de R$ 3 milhões). O presidente Peter Siemsen foi a Brasília (DF) conversar com a Advocacia Geral da União (AGU) e representantes da Fazenda, para apresentar uma solução razoável para as dívidas.
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